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Segunda Liga

Próximo jogo

Liga Portugal SABSEG
09/out 11H00 Estádio José Santos Pinto

SC Covilhã

vs

Ac. Viseu

Segunda Liga
Segunda Liga
Pos. Clube Global Casa Fora Golos Média Pts.
J V E D J V E D J V E D GM GS GM GS
1 Moreirense FC 7 6 1 0 3 3 0 0 4 3 1 0 18 5 2.6 0.7 19
2 SC Farense 7 4 3 0 4 2 2 0 3 2 1 0 13 7 1.9 1.0 15
3 Vilafranquense 7 5 0 2 3 3 0 0 4 2 0 2 11 7 1.6 1.0 15
4 FC Porto B 7 4 1 2 4 2 0 2 3 2 1 0 9 5 1.3 0.7 13
5 CD Tondela 7 3 4 0 4 1 3 0 3 2 1 0 12 6 1.7 0.9 13
6 Estrela Amadora 7 2 5 0 4 1 3 0 3 1 2 0 10 8 1.4 1.1 11
7 FC Penafiel 7 2 4 1 4 1 3 0 3 1 1 1 10 8 1.4 1.1 10
8 CD Feirense 7 2 4 1 4 1 3 0 3 1 1 1 8 6 1.1 0.9 10
9 SL Benfica B 7 2 3 2 4 2 1 1 3 0 2 1 11 8 1.6 1.1 9
10 Leixões SC 7 2 3 2 3 2 0 1 4 0 3 1 8 6 1.1 0.9 9
11 CD Mafra 7 2 1 4 3 1 0 2 4 1 1 2 6 9 0.9 1.3 7
12 CD Trofense 7 2 1 4 3 1 0 2 4 1 1 2 6 13 0.9 1.9 7
13 CD Nacional 7 2 0 5 4 0 0 4 3 2 0 1 5 11 0.7 1.6 6
14 Ac. Viseu 7 1 3 3 4 1 1 2 3 0 2 1 10 12 1.4 1.7 6
15 BSAD 7 1 2 4 3 0 1 2 4 1 1 2 14 17 2.0 2.4 5
16 UD Oliveirense 7 1 2 4 3 1 2 0 4 0 0 4 9 14 1.3 2.0 5
17 SC Covilhã 7 1 2 4 3 0 0 3 4 1 2 1 5 13 0.7 1.9 5
18 SCU Torreense 7 1 1 5 3 0 1 2 4 1 0 3 3 13 0.4 1.9 4
Primeira Liga
  • Final da Taça de Portugal
     
    Surge entretanto a época 1955/56 e o Sporting Clube da Covilhã, já sem André Simonyi, atinge a sua melhor classificação de sempre- um 5.º lugar, sendo precedido do Sporting, Belenenses, Benfica e F.C.Porto, com 11 vitórias, 7 empates e 8 derrotas, com 52 golos marcados e 44 sofridos, totalizando 29 pontos, em 26 jogos.
     
    O melhor marcador foi então o espanhol Suarez, que substitui André Simonyi, com 251 golos marcados.
     
    Mas a adversidade haveria de surgir na época seguinte- 1956/57- em que o 13.º lugar fazia baixar à II divisão os Leões da Serra, ainda com Suarez na liderança dos melhores marcadores da turma serrana, com 19 golos marcados.
     
    Entretanto, o treinador Janos Szabo que há vários anos conduzia os destinos do clube, rescinde com o S.C.C., após uma crise que se instala no seio da colectividade, e os seus dirigentes substituem-no por Fernando Cabrita, passando a desempenhar as funções de jogador- treinador, e pelo Dr. Tavares da Silva, como orientador técnico, que acumulava com as funções de seleccionador nacional da altura.
     
    No entanto, na Taça de Portugal, os Leões da Serra cometem a façanha, algo inesperada, de, pela primeira e única vez no seu historial, chegara uma final da Taça. Isso aconteceu exactamente no ano da descida de divisão.
     
    Efectivamente, o S.C.C. depois de ter eliminado o União de Montemor, por 6-1 e 6-0, estava-lhe reservada uma surpresa com o próximo adversário- o Lusitano de Évora- que ganhou ao S.C.C., no seu terreno, por 4-0. Os eborenses deslocaram-se à Covilhã, para a 2ª mão, já com as “malas Feitas”, mas foi com grande admiração e enorme euforia que, no Estádio Santos Pinto, os Leões da Serra eliminaram o Lusitano de Évora, vencendo o encontro por 7-2.
     
    E o êxito dos covilhanenses continuaria na Taça, pois no sorteio coube-lhe defrontar o F.C.Porto, tendo sido o S.C.C. ido ganhar ao Estádio das Antas por 2-1 e, depois na Covilhã, nova vitória por 1-0.
     
    Depois de na eliminatória seguinte (meias finais) ter ultrapassado facilmente o Vitória de Setúbal, vencendo na Covilhã por 3-0 e perdendo em Setúbal por 1-0, chega à final que se realizou no Estádio Nacional, em Lisboa, exactamente no dia em que o S.C.C. completava 34 anos- em 2 de Junho de 1957- defrontando o Benfica.
     
    O Sporting da Covilhã perdeu o encontro, por 3-1, mas deixou boa impressão.
     
    O jogo foi dirigido pelo árbitro portuense, Francisco Guerra.
     
    As equipas alinharam da seguinte forma:
     
    S.C.C.- José Rita dos Mártires; Helder Toledo e Jorge Nicolau; Fernando Cabrita, Almicar “Cavém” e António Lourenço; Manteigueiro, Pedro Martin, Vitoriano Suarez, Carlos Ferreira e Fernando Pires.
     
    S.L.B.- José Bastos; Jacinto Marques e Angelo Martins; Vasco Pegado, Manuel Serra e José Martins “Zézinho”; Francisco Palmeiro, Mário Coluna, José Águas, Salvador Martins e Domiciano “Cavém”.
     
    In "Sporting Clube da Covilhã - Passado e Presente", João Jesus Nunes.
  • Taça "O Século"
     
    O jornal “O Século”, já extinto, institui em Outubro de 1938, duas monumentais taças, com o seu nome, para comemorar as Bodas de Ouro do Futebol Português. 
     
    Destinaram-se a ser entregues aos clubes (I e II Divisões Nacionais) que ganhassem três campeonatos seguidos, ou cinco interpolados.
     
    No entanto, o jornal decidiu atribuir na mesma época 1947/48, aos campeões desse ano, face a uma polémica instalada sobre a interpretação do regulamento e impossibilidade da sua prática pelos clubes da II divisão.
     
    Assim, na I divisão, a taça foi ganha pelo Sporting Clube de Portugal, em 25/04/1948, por ter ganho o campeonato nacional.
     
    Na II divisão, a referida taça foi atribuída ao Sporting Clube da Covilhã por ter ganho o campeonato nacional da II divisão.
     
    É o maior trofeu que possui o SC Covilhã, com grande orgulho, pois apenas existem dois em Portugal.
     
    A Taça “O Século” tem gravados, em toda volta, dizeres mencionado as épocas e os clubes vencedores da II divisão, a partir de 1938, além das frases “TAÇA COMEMORATIVA DAS BODAS DE OURO DO FUTEBOL PORTUGUÊS, PROMOVIDAS PELO “O SÉCULO” EM OUTUBRO DE 1938 / CAMPEONATO NACIONAL DE FUTEBOL- II DIVISÃO - 1947/48”.
     
    in "Sporting Clube da Covilhã - Passado e Presente", João Jesus Nunes.
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