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Playoff - Segunda Liga
Segunda Liga
Segunda Liga
Pos. Clube Global Casa Fora Golos Média Pts.
J V E D J V E D J V E D GM GS GM GS
1 Rio Ave FC 34 21 7 6 17 13 1 3 17 8 6 3 52 31 1.5 0.9 70
2 Casa Pia AC 34 21 5 8 17 14 1 2 17 7 4 6 50 22 1.5 0.6 68
3 GD Chaves 34 18 10 6 17 12 4 1 17 6 6 5 54 35 1.6 1.0 64
4 CD Feirense 34 17 7 10 17 9 3 5 17 8 4 5 50 37 1.5 1.1 58
5 SL Benfica B 34 17 6 11 17 7 4 6 17 10 2 5 61 44 1.8 1.3 57
6 CD Nacional 34 14 9 11 17 10 4 3 17 4 5 8 52 44 1.5 1.3 51
7 FC Penafiel 34 14 9 11 17 8 5 4 17 6 4 7 38 38 1.1 1.1 51
8 Leixões SC 34 13 9 12 17 6 5 6 17 7 4 6 42 40 1.2 1.2 48
9 CD Mafra 34 11 10 13 17 4 9 4 17 7 1 9 37 42 1.1 1.2 43
10 FC Porto B 34 10 12 12 17 6 8 3 17 4 4 9 45 49 1.3 1.4 42
11 SC Farense 34 10 11 13 17 7 5 5 17 3 6 8 40 42 1.2 1.2 41
12 Vilafranquense 34 10 11 13 17 5 6 6 17 5 5 7 41 47 1.2 1.4 41
13 CD Trofense 34 10 10 14 17 6 5 6 17 4 5 8 35 41 1.0 1.2 40
14 Estrela Amadora 34 9 10 15 17 5 3 9 17 4 7 6 42 55 1.2 1.6 37
15 Ac. Viseu 34 10 7 17 17 4 4 9 17 6 3 8 31 49 0.9 1.4 37
16 SC Covilhã 34 8 12 14 17 5 6 6 17 3 6 8 30 43 0.9 1.3 36
17 Varzim SC 34 8 11 15 17 6 4 7 17 2 7 8 25 39 0.7 1.1 35
18 A. Académica 34 3 8 23 17 2 5 10 17 1 3 13 35 62 1.0 1.8 17
Primeira Liga
  • Final da Taça de Portugal
     
    Surge entretanto a época 1955/56 e o Sporting Clube da Covilhã, já sem André Simonyi, atinge a sua melhor classificação de sempre- um 5.º lugar, sendo precedido do Sporting, Belenenses, Benfica e F.C.Porto, com 11 vitórias, 7 empates e 8 derrotas, com 52 golos marcados e 44 sofridos, totalizando 29 pontos, em 26 jogos.
     
    O melhor marcador foi então o espanhol Suarez, que substitui André Simonyi, com 251 golos marcados.
     
    Mas a adversidade haveria de surgir na época seguinte- 1956/57- em que o 13.º lugar fazia baixar à II divisão os Leões da Serra, ainda com Suarez na liderança dos melhores marcadores da turma serrana, com 19 golos marcados.
     
    Entretanto, o treinador Janos Szabo que há vários anos conduzia os destinos do clube, rescinde com o S.C.C., após uma crise que se instala no seio da colectividade, e os seus dirigentes substituem-no por Fernando Cabrita, passando a desempenhar as funções de jogador- treinador, e pelo Dr. Tavares da Silva, como orientador técnico, que acumulava com as funções de seleccionador nacional da altura.
     
    No entanto, na Taça de Portugal, os Leões da Serra cometem a façanha, algo inesperada, de, pela primeira e única vez no seu historial, chegara uma final da Taça. Isso aconteceu exactamente no ano da descida de divisão.
     
    Efectivamente, o S.C.C. depois de ter eliminado o União de Montemor, por 6-1 e 6-0, estava-lhe reservada uma surpresa com o próximo adversário- o Lusitano de Évora- que ganhou ao S.C.C., no seu terreno, por 4-0. Os eborenses deslocaram-se à Covilhã, para a 2ª mão, já com as “malas Feitas”, mas foi com grande admiração e enorme euforia que, no Estádio Santos Pinto, os Leões da Serra eliminaram o Lusitano de Évora, vencendo o encontro por 7-2.
     
    E o êxito dos covilhanenses continuaria na Taça, pois no sorteio coube-lhe defrontar o F.C.Porto, tendo sido o S.C.C. ido ganhar ao Estádio das Antas por 2-1 e, depois na Covilhã, nova vitória por 1-0.
     
    Depois de na eliminatória seguinte (meias finais) ter ultrapassado facilmente o Vitória de Setúbal, vencendo na Covilhã por 3-0 e perdendo em Setúbal por 1-0, chega à final que se realizou no Estádio Nacional, em Lisboa, exactamente no dia em que o S.C.C. completava 34 anos- em 2 de Junho de 1957- defrontando o Benfica.
     
    O Sporting da Covilhã perdeu o encontro, por 3-1, mas deixou boa impressão.
     
    O jogo foi dirigido pelo árbitro portuense, Francisco Guerra.
     
    As equipas alinharam da seguinte forma:
     
    S.C.C.- José Rita dos Mártires; Helder Toledo e Jorge Nicolau; Fernando Cabrita, Almicar “Cavém” e António Lourenço; Manteigueiro, Pedro Martin, Vitoriano Suarez, Carlos Ferreira e Fernando Pires.
     
    S.L.B.- José Bastos; Jacinto Marques e Angelo Martins; Vasco Pegado, Manuel Serra e José Martins “Zézinho”; Francisco Palmeiro, Mário Coluna, José Águas, Salvador Martins e Domiciano “Cavém”.
     
    In "Sporting Clube da Covilhã - Passado e Presente", João Jesus Nunes.
  • Taça "O Século"
     
    O jornal “O Século”, já extinto, institui em Outubro de 1938, duas monumentais taças, com o seu nome, para comemorar as Bodas de Ouro do Futebol Português. 
     
    Destinaram-se a ser entregues aos clubes (I e II Divisões Nacionais) que ganhassem três campeonatos seguidos, ou cinco interpolados.
     
    No entanto, o jornal decidiu atribuir na mesma época 1947/48, aos campeões desse ano, face a uma polémica instalada sobre a interpretação do regulamento e impossibilidade da sua prática pelos clubes da II divisão.
     
    Assim, na I divisão, a taça foi ganha pelo Sporting Clube de Portugal, em 25/04/1948, por ter ganho o campeonato nacional.
     
    Na II divisão, a referida taça foi atribuída ao Sporting Clube da Covilhã por ter ganho o campeonato nacional da II divisão.
     
    É o maior trofeu que possui o SC Covilhã, com grande orgulho, pois apenas existem dois em Portugal.
     
    A Taça “O Século” tem gravados, em toda volta, dizeres mencionado as épocas e os clubes vencedores da II divisão, a partir de 1938, além das frases “TAÇA COMEMORATIVA DAS BODAS DE OURO DO FUTEBOL PORTUGUÊS, PROMOVIDAS PELO “O SÉCULO” EM OUTUBRO DE 1938 / CAMPEONATO NACIONAL DE FUTEBOL- II DIVISÃO - 1947/48”.
     
    in "Sporting Clube da Covilhã - Passado e Presente", João Jesus Nunes.
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